Álcool e ossos

No grupo de 53 pacientes do sexo masculino, estudados pelos austríacos, 41,5% eram deficientes da vitamina D.  A interrupção do consumo de álcool, além do aumento da importante calcitonina, conduziu a um aumento do fosfato e da testosterona (bom não é?).  Os pesquisadores verificaram que a atividade física também protegia o esqueleto. Os exercícios melhoraram a parte óssea na coluna lombar, na cabeça do fêmur e em todo o quadril.

Os cientistas austríacos sugeriram que a atividade física regular tem um efeito protetor mesmo naqueles indivíduos com alto risco de desenvolver osteoporose, como foi o caso nesses pacientes que consumiam álcool.

Assim, os achados desse estudo apoiam o conceito que os pacientes dependentes de álcool estão em risco aumentado para a osteoporose e suas consequências (fraturas, achatamento de vértebras etc…).   A boa notícia é que esse risco pode ser atenuado com a abstinência e, adicionalmente, diminuído com a atividade física.

Pare o consumo de álcool. Mexa-se. Fortaleça seu ossos.

Sparvoli

 

Sobre Antonio Sparvoli

Médico. Gastroenterologista. Mestrado e Doutorado. Professor Titular da Fundação Universidade Federal de Rio Grande.
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