Hepatite C – a epidemia silenciosa (2)

A transmissão perinatal (“de gestante para o nenê”) é rara e ineficaz. Estima-se que o contágio ocorra em cerca de 4% dos recém-nascidos de mães com hepatite C.  Não faz diferença realizar cesárea ou parto normal, o risco é o mesmo. Como o risco é considerado pequeno, não se sugere que as mulheres evitem a gestação por esse motivo.  Em relação à amamentação, não existem evidências científicas que amamentar aumente o risco de transmitir o vírus C.  Como se diz, Deus protege os pequeninos!

Sparvoli

Sobre Antonio Sparvoli

Médico. Gastroenterologista. Mestrado e Doutorado. Professor Titular da Fundação Universidade Federal de Rio Grande.
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